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CORONAVÍRUS: Prevenção para pessoas com Deficiência Severa!

 

 

Pessoas com deficiências severas, físicas ou intelectuais, como Paralisia Cerebral, Síndrome de Down, Transtorno do Espectro Autista (TEA), Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), Amiotrofia Espinhal (AME), Esclerose Múltipla, distrofias musculares,  ou semelhantes com restrições respiratórias ou dificuldades de comunicação, precisam ser monitoradas com atenção redobrada!

 

Se a deficiência é intelectual, as pessoas ao redor, tem que observar, se está sendo realizado todo o ritual de higiene exigido para o momento, caso contrário, orientar e acompanhar a execução!

 

É comum as pessoas com deficiências severas,  usarem remédios redutores de imunidade e isso aumenta o risco de contaminação! Por isso aumentar o nível de prevenção é altamente recomendável!

 

Muito se tem discutido sobre o tema, qual seria a melhor forma de cuidar desse paciente?

 

Um conceito que vem ganhando força é o da BLINDAGEM DOMICILIAR! A blindagem domiciliar consta de medidas que reduzam o máximo possível a circulação de pessoas dentro dos domicílios: profissionais e familiares.

 

Do ponto de vista prático, como isso poderia ser feito?

 

 

Organizar todas as terapias com profissionais múltiplos de mesma atuação de forma que fique apenas 1 profissional por casa, no máximo 2 para cobrir folga e descanso do principal. Exemplo: tem casa que a FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA é revezada por 4 profisssionais, deveremos reduzir para dois (um principal que irá diariamente e outro de reserva para cobrir folga).

 

Orientar os Profissionais que trabalham com o Paciente na casa

 

Profissionais que trabalham em locais com alta contaminação, como hospitais, clinicas, postos de saúde e ambulatórios de Universidades deverão ir para casa se higienizar completamente com banho, higiene oral e nasal ( lavagem com soro fisiológico) e trocar de roupa antes de se dirigir a casa do paciente.

 

Os profissionais que usam transporte público deverão usar máscara durante o transporte e se higienizar ao chegar na casa do paciente antes de começar a atende-lo de forma rigorosa e responsável. Esta higiene pessoal deve constar de banho ( ou lavagem do rosto , pescoço, braços e mãos onde o banho não for possível), lavagem nasal com soro fisiológico puro, uso de roupa limpa e de uso único na casa, máscara e lavar as mãos de forma recorrente toda vez que for tocar no paciente.


 

 

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Não tossir e espirrar na presença do paciente.

 

Não ficar sem máscara na presença do paciente.

 

Não usar a roupa que veio da rua na presença do paciente no caso dos profissionais que usaram transporte público.

 

Cabelos presos, tirar acessórios como brincos pendurados, anéis e pulseiras.

 

Deixar o celular na bolsa. Não usar os celulares pessoais para entreter os pacientes.

 

Afastar- se do atendimento se apresentar qualquer sintoma respiratório (tosse ,coriza , espirros).

 

Antecipar as vacinas contra Influenza.

 

Em relação aos pais/ cuidadores e familiares:

 

Não fazer ou receber visitas rigorosamente.

 

As saídas de casa devem ser somente em casos de extrema necessidade com transporte individual (carro próprio, Uber, táxi).

 

Usar máscara na rua o tempo todo, inclusive no táxi/Uber.

 

Ao voltar: tomar banho, realizar higiene oral e nasal (soro fisiológico nas narinas) e trocar de roupa. Para aqueles que precisam sair mais vezes, além da higiene pessoal, manter a máscara em casa.

 

Em casos de sintomas respiratórios permanecer em cômodo diferente do paciente durante todo o período sintomático.

 

Antecipar a vacinação contra Influenza!

 

 

Todo cuidado é pouco diante da alta capacidade de propagação do vírus!

 

A organização, disciplina, isolamento social são as melhores ferramentas para lidar com esse desafio!

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